Reflexões

Dificuldades de aprendizagem

                                                                                                                                  Lúcia de Fátima Lopes Siqueira*

Nos dias de hoje, é cada vez mais comum o ingresso de crianças com menor idade no espaço escolar. Este fato aumenta as chances de identificação de uma possível dificuldade de aprendizagem e conseqüentemente facilita o oferecimento de um atendimento eficaz à criança.
Já há algumas décadas observamos a utilização da expressão “dificuldade de aprendizagem”, mas até hoje seu entendimento tem sido dificultado, causando desconforto nas relações família-escola e, especialmente, equívocos na intervenção efetiva junto à criança.
Segundo especialistas, crianças com dificuldades de aprendizagem podem apresentar, desde cedo, um maior atraso no desenvolvimento da fala e dos movimentos do que o considerado “normal”. Fatores como a pouca idade, a falta de estímulo adequado e ou confusão no diagnóstico, levam a criança que apresenta dificuldade para aprender, a ser considerada por pais e professores uma “desatenta em sala de aula”, “um espírito bagunceiro”, “uma criança mimada” ,e até mesmo “uma criança esperta”, de  cujos pais se escuta  prognósticos do tipo “ele puxou ao pai”, “eu também era o terror da escola”.
De todo modo uma questão precisa ser identificada e enfrentada sem medo ou banalização: A dificuldade de aprendizagem refere-se a um distúrbio - gerado por problemas cognitivos ou emocionais - que afeta uma ou mais áreas do desempenho escolar.
É imprescindível que os pais conheçam seus filhos e conversem freqüentemente com eles para que possam detectar quando algo não vai bem com o seu desenvolvimento.
Quando do ingresso da criança na escola, o professor é geralmente o primeiro a identificar alguma dificuldade. Todavia os pais e demais membros da família devem ficar atentos ao desenvolvimento e ao comportamento da criança e não esperar comodamente a contribuição da escola. Em muitos casos, o professor que inicia o processo avaliativo de indicadores do desenvolvimento da criança não é bem  interpretado pela família. A atitude negativa dos pais frente ao encaminhamento do professor pode acarretar o retardamento da intervenção de que a criança necessita.
Crianças com dificuldades de aprendizagem tendem a apresentar desmotivação  com os desafios escolares, tomadas por um sentimento de incapacidade, que muitas vezes leva à frustração, trazendo conseqüências extremamente danosas para a seqüência da vida escolar e pessoal do aluno.
Caso desconfiem de que seu filho apresenta dificuldades de aprendizagem, os pais devem procurar um profissional para receber a avaliação correta.
Se o diagnóstico apontar dificuldade cognitiva, a criança deve ser encaminhada para um psicopedagogo, que poderá avaliar e intervir no desenvolvimento dos processos de aprendizagem. Os psicólogos com especialização em clínica infantil são os profissionais adequados para realizar uma avaliação e tratar da criança, nos casos em que o problema for gerado por fator emocional.
De pais e professores, é esperado que transmitam segurança à criança e a ensinem a aceitar as frustrações, além de criar um ambiente acolhedor para que ela demonstre o que sente e desenvolva plenamente seu aprendizado. Para obter resultados concretos é preciso que a intervenção seja multidisciplinar, desenvolvida em conjunto entre pais, profissionais da psicologia infantil e da psicopedagogia, bem como escola e professores, todos comprometidos com um único objetivo: Promover a criança.

*A autora é graduada em Pedagogia; especialista em avaliação escolar; mestre em Psicologia Escolar; Professora universitária e Diretora do  Colégio Proensino.

 

 

A inclusão e o sonho da sala de aula homogênea.


Muito já se leu e ouviu sobre o sonho da sala de aula homogênea de alguns. Muito já se ouviu sobre a idéia de que a qualidade do ensino de uma escola ganharia muito se  alunos lentos, inquietos e ou portador de algum distúrbio neurológico fossem excluídos. Da ação excludente se alcançaria uma uniformidade e quase todos os problemas do processo de ensino aprendizagem seriam solucionados.


As pesquisas atuais sobre a mente humana permitem afirmar que a maioria dos alunos matriculados em um dado ano escolar é inteligente e que a busca da homogeneidade é utópica e se prende a conceitos superados sobre as inteligências e capacidades humanas. Assim, ao se afirmar que na maior parte das salas de aula de uma ou de outra escola, todos os alunos, absolutamente todos, são inteligentes. O que lamentavelmente ocorre é que quem assim não os vê ou ignora o sentido da inteligência na espécie, ou desconhece também que no humano as inteligências são diferentes.


O sonho da sala de aula composta tão somente de alunos inteligentes, ainda que comum, constituem uma afronta a diversidade humana. Representa a atitude de exclusão, o desejo seletivo de se classificar pessoas como se escolhe produtos.
Celso Antunes, mestre em Ciências Humanas, escreve que cabe ao gestor escolar, ao professor jamais aceitar as alegações que justificam a exclusão perversa, salvo em casos comprovados de algumas condutas efetivamente díspares em relação às atitudes da maioria; mas é também importante que o gestor escolar com argumentos comprovados demonstre que na desigualdade entre os alunos, existe uma visão imperfeita sobre o que é ser inteligente.


Os seres humanos são possuidores de inteligências diferentes e as usam para expressar o aprendido, diz o autor. E, assim, pretender que todos sejam avaliados pela mesma linguagem cobrada é como afirmar que uma tela de Picasso vale menos que uma escultura de Rodin ou que uma melodia de Vivaldi. A genialidade humana, desde os tempos de primatas das savanas e das cavernas até os dias de agora, sempre se mostrou diversificada e toda escola que desrespeita a singularidade desta ou daquela forma de expressão, não é em verdade uma escola, como não é verdadeiro professor todo aquele que proclama que alguns de seus alunos não são capazes de aprender. E ou afirmam que em sua sala de aula o ensino não vai bem porque ali estão inseridos alguns alunos não inteligentes.

Ser inteligente é ser capaz de resolver problemas, criar produtos, diversificar idéias, encontrar linguagens adequadas para expressar o que se aprendeu. Alguém é percebido com um ser inteligente quando sabe separar o que gosta do que não gosta e busca a felicidade onde nem sempre outros a encontram.
A neurociência nos ensina de forma consistente que em uma sala de aula de qualquer escola de ensino regular todos os alunos são inteligentes, mas alguns são melhores na expressão verbal que na linguagem musical, no movimento corporal que na concepção espacial. Salvo casos raros de deficiências mentais severas, não existem alunos que não sejam inteligentes. "Não inteligente é o professor que acredita o contrário e o gestor que acredita nesse professor.”,conclui Celso Antunes.


Lúcia de Fátima Lopes Siqueira *

*A autora é graduada em pedagogia; especialista em avaliação escolar; mestre em psicologia escolar. Professora Universitária.Diretora do  Proensino.

 

Leitura, assunto de família.


Na ante sala de um consultório escuto o desabafo de uma colega de espera “Meu filho não gosta de ler, acho que a escola não ensina o gosto de leitura”. Em tempo lembro que li um texto que indagava aos pais: “quantos livros você já presenteou a seu filho?”, Qual idade tinha seu filho quando você deu a ele seu primeiro livro? Quantos livros você já recomendou a seu filho adolescente? Quantos livros você já leu na frente deles?”. Aproximo os encaminhamentos da máxima de que ser leitor não é dom natural. Leitor é formado. Leitor é criado pelo exemplo. Da família,sim. Leitor é estimulado pelo exercício dos professores, sim. Leitura é um hábito vivido em parceria com os colegas de escola, também.


Diz a máxima que só podemos amar aquilo que conhecemos. Que sabor tem uma comida que nunca provamos e da qual só ouvimos falar? Que estilo tem um autor que eu desconheço? Que livro tem o gosto do meu gosto? Se, para formar apreciadores da música clássica precisamos formar ouvintes...formar platéias...seduzir o ouvido. Educar com Mozart. Para criar leitores temos que insistir: ler é um hábito formado. Gosto formado e formador. Hábito, este, que precisa ser introduzido em nosso cotidiano por alguém. A primeira opção: os pais. A segunda opção a escola. A terceira opção o Estado.


Mas como? Insisto!


Quantas bibliotecas foram instaladas, ampliadas? Quantos livros você, pai e mãe, já leram na frente do seu filho e filha? Quantos livros o professor apresentou ao seu aluno? Leu e comentou prazerosamente o conteúdo, o seu autor... O círculo é vicioso: a família não ler, a prole dificilmente lerá; se o professor não lê, o aluno não enxergará no ato da leitura uma prática digna de ser reproduzida. Enquanto estamos lendo, o mundo se amplia. O tempo e o espaço se enriquecem.


As famílias poderiam imprimir uma rotina saudável à formação do filho leitor programando o tempo: leitura conversa. Diminuir o tempo do computador sem esquecer ainda as tarefas domésticas, a convivência e as obrigações escolares. Seria de bom tom indaga-se sobre qual atividade é mais enriquecedora, o livro ou  computador? E a leitura no computador é uma combinação possível? Mas não despreze a magia do ler – combinação visual o branco do papel e o preto da tinta desfilando letras, criando pensamento.


Muito se reclama sobre a presença dos pais no trato de questões educacionais envolvendo seus filhos. A leitura, certamente, é uma delas. É preciso observar, o papel da família na formação de leitores. Questão recorrente colocada por pesquisadores da educação, mas que só muito lentamente vem alterando o foco do debate sobre a criação de leitores e a importância da leitura em família.
                                                                  

  Lúcia de Fátima Lopes Siqueira*
*A autora é graduada em pedagogia; especialista em avaliação escola; mestre em psicologia escolar. Professora universitária. Diretora do Proensino.

 

Vivendo o Recesso Escolar.


O Tempo é sempre um agente que influencia definitivamente a qualidade das relações nos dias atuais. Qualidade de menos, tempo demais... Ou seria o inverso?O certo é que cada família hoje sofre diferentes pressões para administrar a demanda de tempo que seus filhos exigem.
Chegado o tempo do recesso escolar – as férias de julho do calendário letivo brasileiro – cabe aos pais mais uma tarefa: ocupar o tempo livre dos filhos. O desafio é como organizar um “pacote” que atenda os diferentes interesses de seus filhos. Interesses muitas vezes marcados por faixa etária, peculiaridades pessoais e a disponibilidades dos demais membros da família.
Aos alguns estudiosos da relação pais e filhos chamam atenção para o fato de que as férias existem também para estreitar os laços familiares, fortalecer espaços de diálogo e consolidar a amizade. Entendemos viver o período livre dos filhos em família provendo um rico tempo de exercício do filho, do irmão, do papai e dos demais membros da família e nesse espaço direitos e deveres se ampliam.
Assim pensando, o recesso escolar é um tempo de relaxamento das obrigações e deveres do estudante de um lado e do outro é tempo para ativar obrigações familiares. Do ponto de vista escolar sobre a
chamada férias de julho convém lembrar que um ano letivo está curso e, muitas vezes um filho permanece em processo de recuperação, outro merece reforço de algum conteúdo curricular, outro recebeu um destaque acadêmico. É dado que Todos possuem um ano letivo para concluir,cujo recesso é uma pausa enriquecedora para os envolvidos no processo, especialmente os alunos e professores. O roteiro de atividades complementares – as chamadas tarefas de férias objetivam oportunizar aos estudantes a administração do tempo livre e a consolidação de uma atitude de aprendizagem contínua, sem, contudo retirar o conteúdo das vivências familiares.
Ciente de que aprender é bom e necessário os pais devem reforçar para além do tempo de avaliações e do tempo pós-boletim atitudes de troca de aprendizagem no espaço familiar.A bem da verdade não dá para reduzir o tempo de investigar e aprender tão somente aos 200 dias letivos. O recesso escolar é tempo para continuar aprendendo e tempo para cumprir rotinas. Dormir e acordar tarde sim... Arrumar o quarto, separar as revistas, molhar as plantas... Jogar conversa fora com os amigos. Assumir obrigações partilhadas, cumprir o prometido, seguir o roteiro que a família traçar para este tempo. Almoçar todos junto à mesa, folhearem um álbum antigo para encontrar uma foto da família e completar o roteiro sugerido na tarefa do recesso escolar. Empinar pipa, visitar uma biblioteca, ver um filme, discutir e rir juntos.Um mundo de possibilidades pode ser reinventado. O importante é que todos valorizem o tempo vivido juntos.A família assumindo uma atitude pro-ativa e afetiva em todos os sentidos.Juntos pais e filhos consolidam o amor que existe entre eles e ampliam o significado de aprender e de conviver a cada tarefa conjunta.E o tempo de recesso escolar proverá doces lembranças, certamente.


Lúcia de Fátima Lopes Siqueira*
*A autora é pedagoga, especialista em avaliação escolar, Mestre em Psicologia Escolar; Professora universitária; Diretora do Proensino.

 

O NÓ - UMA HISTÓRIA DE GENTE MIÚDA

Era uma reunião numa escola. A diretora incentivava os pais a apoiarem as crianças, falando da necessidade da presença deles junto aos filhos. Mesmo sabendo que a maioria dos pais e das mães trabalhava fora, ela tinha convicção da necessidade de acharem tempo para seus filhos.

Foi então que um pai, com jeito simples, explicou que saía muito cedo e que, quando voltava, o pequeno, cansado, já adormecera. Explicou que não podia deixar de trabalhar tanto assim, pois estava cada vez mais difícil sustentar a família. E contou como isso o deixava angustiado, por praticamente só conviver com o filho nos fins de semana.

O pai, então, falou como tentava redimir-se indo beijar a criança todas as noites, quando chegava em casa. Contou que, a cada beijo, ele dava um pequeno nó no lençol, para que seu filho soubesse que ele estivera ali. Quando acordava, o menino sabia que seu pai o amava e lá estivera . E  era o nó o meio  de se ligarem um ao outro.

Aquela  historia emocionou a diretora da escola, que, surpresa, verificou  ser aquele menino um dos melhores e mais ajustados alunos da classe.  E se fez refletir sobre  as infinitas maneiras que pais e filhos têm de se comunicarem, de se fazerem presentes nas vidas uns dos outros. O pai encontrou  sua forma -  simples, mas eficiente – de se fazer presente e, o mais importante, de seu filho acreditar na sua presença.

Para que a comunicação se instale, é preciso que os filhos “ouçam” o coração dos pais, ou responsáveis, pois os ensinamentos falam mais alto do que as palavras. É por essa razão que um beijo, um abraço, um carinho, revestidos de puro afeto, curam até dor de cabeça, arranhão, ciúme do irmão, medo do escuro, etc.

Uma criança pode não entender certas palavras, mas sabe registrar e gravar um gesto de amor, mesmo que este seja um simples NÓ. E você? Tem dado um nó no lençol do seu filho?

Fonte: Revista “Construir Notícias”

 

 

Por que ler para os filhos?

"O objetivo de uma escola sempre foi formar cidadãos capazes de “ler o mundo”, produzindo discursos orais ou escritos, adequados a diferentes situações..."

Mas ter em casa futuros leitores, implica em ir além dessa concepção. A leitura há muito deixou de ser uma simples prática escolar para transformar-se em um processo desencadeado pela necessidade de "leitura de mundo" o qual deve ser iniciado desde a mais tenra idade, ou seja, no seio da família.

Pesquisas mostram que, até os dois anos de vida, o desenvolvimento do cérebro ocorre num ritmo bem acelerado. Podemos concluir que tudo o que for feito nesse período, como conversar, cantar, demonstrar carinho, ler, entre outras coisas, será crucial para o desenvolvimento saudável da criança.

Ler para os filhos também é importante fonte de prazer pois, ao mesmo tempo em que oferecemos algo valioso para as crianças (a nossa presença), lhes brindamos com a possibilidade de "viajar" pelo mundo pelas páginas de um livro. Assim, desde pequenos, associarão leitura a momentos prazerosos, o que funcionará durante os primeiros anos de vida mais ou menos como uma "propaganda para a mente".

Os pais que estimulam a leitura ensinam os filhos a reconhecer o ambiente em que vivem e a desenvolver atitudes que os influenciarão durante a vida adulta, como confiança, respeito mútuo e compreensão.

Leituras saudáveis produzem leitores seletivos diante da avalanche de informações, e-mails, programas de TV, notícias etc. do mundo contemporâneo, ao mesmo tempo em que expõem as crianças a sentenças complexas e bem estruturadas, forma positiva de ensiná-las a se expressarem bem, tanto no falar quanto no escrever.

Preparar leitores implica ainda na consideração de alguns pontos essenciais como ler para a criança sem pressioná-la; manter uma atmosfera agradável de cordialidade, descontração e informalidade; saber quando parar de ler, pois cada criança tem seu tempo de concentração; criar expectativas antes de virar a página de um livro com gravuras; dar ênfase à leitura com expressões, gestos, mudança na entonação da voz para dar vida à estória; fazer com que a criança interaja com a leitura; pausar em determinados intervalos perguntando e estimulando a criança a formular respostas bem elaboradas; selecionar livros que transmitam mensagens positivas, estimulantes e que levem à reflexão; procurar sempre locais e momentos calmos.

A atenção a esses lembretes aliada ao bom exemplo dos pais quanto à leitura trarão benefícios vitalícios para todos os envolvidos no processo de ensino/aprendizagem de uma criança.                                                                                                  (Rosemeire Alves Lourenço)

 

 

O DIA SERÁ LONGO? ENTÃO COMECE COM O PÉ DIREITO.

Pequenas atitudes durante o seu dia fazem uma diferença significativa quando ele chega ao fim. É claro que o cansaço, o estresse e os problemas de um dia de trabalho, muitas vezes, fazem com que você chegue em casa exausto e desanimado. Mas existem maneiras de se evitar, ou a menos amenizar, esses efeitos.

    • Ao acordar não desperte só sua mente, aproveite e alongue-se ainda na cama. Dê bom dia ao seu corpo e você verá como seu despertar será bem mais agradável.
    • No chuveiro enquanto a água cai, feche os olhos e imagine-se embaixo de uma cachoeira; veja de que cor ela é. Coloque uma peça de roupa dessa mesma cor. Esse é um exercício para seu cérebro intuitivo. Experimente!!!
    • Sapatos e roupas apertadas podem deixá-lo de mau humor sem que você identifique a causa. Vista-se confortavelmente.
    • Crie, a cada dia, uma maneira de levar a vida de uma forma mais leve, de modo a aprender com os erros, a pensar positivamente frente a qualquer dificuldade, a estar presente e inteiro em tudo o que faz.
    • Busque momentos de serenidade e paz durante o dia. Sente-se por algum tempo com a coluna ereta e os olhos fechados. Respire fundo, isso ajuda a aliviar o estresse e a ansiedade.
    • Durante o dia, beba muita água, pelo menos 1,5 litro. Coma frutas, verduras, legumes e saladas. Evite carne vermelha, gorduras e doces em excesso. Você vai se sentir mais leve, mais atento aos seus afazeres e com maior vitalidade.
    • Faça alguma atividade física pelo menos duas vezes na semana. Pode ser uma caminhada, aulas de dança, musculação, hidroginástica, etc. O importante é você ter prazer com ela, pois isso vai lhe ajudar a liberar toxinas, aliviar o estresse mental, melhorar seu desempenho físico e aliviar a sobrecarga sobre seu sistema emocional.                                                       

      (www.furnas.com.br)

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